ONIP realiza segunda reunião do Comitê de Empresas
Comitê cresce em representatividade e amplia o diálogo institucional entre empresas da indústria
A ONIP promoveu nesta quinta-feira (18/06) a segunda reunião do Comitê de Empresas da organização. O encontro, realizado na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, contou com um número expressivo de empresas do setor.
“É bom ver o grupo crescer como um fórum qualificado para aproximar empresas, promover o diálogo e debater temas relevantes que a gente possa tratar institucionalmente e fazer a interlocução”, afirmou Marta Lahtermaher, diretora-geral da ONIP.
Karine Fragoso, gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan, destacou a importância institucional do comitê: “Vejo o comitê como o ambiente onde vamos poder estruturar pleitos para levar, de uma forma mais contundente, para os tomadores de decisão do país”, avaliou.
Durante a reunião, Gisele Hipólito, especialista em Internacionalização de Empresas, fez um diagnóstico das oportunidades do mercado de petróleo e gás em países da África e da América do Sul.
João Corrêa, country manager da TGS no Brasil, destacou a importância de debater o licenciamento ambiental. “Esse é um assunto crítico para as empresas do setor, fundamental para destravar novas fronteiras e projetos”, destacou.
Alberto Machado, da ABIMAQ, falou sobre conteúdo local e os novos marcos legais para a política industrial no Brasil, detalhando projetos de lei que estão hoje tramitando na Câmara e no Senado.
O evento também contou com a presença de representantes da Petrobras, Transpetro e ANP.
Lourenço Lustosa Fróes, Coordenador do Programa para novos FPSOs na Petrobras, detalhou a carteira de oportunidades dentro do Plano de Negócios 2026-2030, os novos sistemas de produção previstos e as oportunidades de fabricação de módulos de FPSOs no Brasil.
Cleuber Queiroz, Gerente Executivo de Suprimentos da Transpetro, detalhou o TP-25, Programa de Renovação e Ampliação da Frota.
O programa prevê a aquisição de 25 navios de cabotagem e vai atender prioritariamente às demandas de transporte de produtos da Petrobras.
O diretor da ANP, Pietro Mendes, defendeu que o aumento dos índices de conteúdo local seja acompanhado de medidas capazes de elevar a competitividade da cadeia produtiva brasileira. Já a diretora Symone Araújo, também da ANP, falou sobre a cláusula de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação), presente nos contratos de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás e regulada pela agência.

